15 setembro, 2009
Há entre a comunidade "betil" uma extraordinária semelhança entre... toda a gente. Há três ou quatro tipos de betos/betas, e pronto. É impressionante como sempre que vejo um exemplar, era capaz de jurar que já o tinha visto. O que me faz acreditar que o inbreeding é tradição dos Franciscos Espinais Medulas, e das Marias Patitas na Poça. Inbred bastards.
12 setembro, 2009
Sou exagerado. Na forma como gosto do que gosto. Essencialmente, no que à música diz respeito. Sou acusado amiúde por amigos de ser uma espécie de audio-ditador, pois bem, aceito. O problema é que existem umas dezenas de músicas, que volta e meia me dão vontade de as colocar nas colunas do mundo, para que todos as oiçamos ao mesmo tempo, e para que eu possa dizer: Caramba, esta música é ou não é genial?
Torno-me por vezes repetitivo, mas não me canso de partilhar com todos o que me faz sentir, seguir e repetir. Bolas, está a dar snooker na Eurosport, é capaz de ser melhor eu ir dormir.
Abraços e beijinhos,
yours poorly...
Ivo.
Torno-me por vezes repetitivo, mas não me canso de partilhar com todos o que me faz sentir, seguir e repetir. Bolas, está a dar snooker na Eurosport, é capaz de ser melhor eu ir dormir.
Abraços e beijinhos,
yours poorly...
Ivo.
06 setembro, 2009
Tentei...

Enchi-me de boa vontade, procurei encher-me de patriotismo cinéfilo, e decidi ver o "Second Life", obra cinemtográfica de origem portuguesa. Pois bem, que perda de tempo. É, perdoem-me o francês, uma valente merda. E a parte pior é que tem aquele bom aspecto pretensioso, que não tem qualquer tipo de conteúdo. A primeira cena do filme foi o suficiente para eu perceber a asneira que tinha feito. O cenário: uma mesa, um grupo de amigos, vários casais, e um aniversariante interpretado por um fulanito que deduzo que seja inglês. Eis senão quando me deparo com um diálogo surreal, em que os intervenientes alternam entre falar inglês e português, fulanito bife inclusivé. Tudo isto sem qualquer lógica ou motivo aparente. Resultado: vi cerca de 30 minutos do filme, tempo suficiente para ver uma cena pseudo-eróticó-mal-conseguida, e de me aperceber que o enredo era inexistente, estúpido e desinteressante.
Dir-me-ão os mais avisados que não terei escolhido o melhor exemplar para dar uma oportunidade ao cinema português, não duvido. A esperança mantém-se, e aguardo sugestões.
01 setembro, 2009
Acabaram-se os bucólicos dias em Almograve... E apesar de passar por este processo há cerca de dez anos, o choque é sempre significativo. Trocar as planícies alentejanas, e a sua magnífica costa, pela linha de Sintra, é como adormecer com a Natalie Portman e acordar com a Madonna. Ou como estar a comer marisco e passar para os torresmos.
É impressionante a velocidade com que passam quinze dias de férias, quando comparados com quinze dias de... qualquer outra coisa. Life's indeed a bitch.
Enfim, agora há que encarar a realidade, que não está nada fácil. Por aqui contempla-se a possibilidade de emigrar, para a Suécia. Não sendo de todo uma decisão fácil, a reflexão prossegue. Aguardemos.
É impressionante a velocidade com que passam quinze dias de férias, quando comparados com quinze dias de... qualquer outra coisa. Life's indeed a bitch.
Enfim, agora há que encarar a realidade, que não está nada fácil. Por aqui contempla-se a possibilidade de emigrar, para a Suécia. Não sendo de todo uma decisão fácil, a reflexão prossegue. Aguardemos.
06 agosto, 2009
" "
Nunca fui adepto de citações, e quando entrei no mundo idiota do hi5, apercebi-me da enorme dimensão que o fenómeno atingiu. Em particular para o público feminino. Vou citar (eheheeh) umas quantas frases feitas, repetidas até à exaustão, pelas mais variadas pessoas, que o fazem sempre com o orgulho de quem teve uma epifania genial.
"Pedras no caminho? Um dia vou construir um castelo." Yeah, right.
"O que amo deixo livre, se voltar é meu, se não, é porque nunca foi." Laaaaaame.
"O verdadeiro amigo não é o que coiso, mas o que renhau nhau"
E pronto, não me lembro de mais. Mas que as há, há.
Haverá alguma forma mais evidente de passar um auto-atestado de pessoa pouco interessante?
A rede social hi5 é provavelmente o formato mais rasteirinho, e sleezy da internet. Basta reparar na nacionalidade de 90% dos utilizadores. É no entanto, uma fenómeno sociológico deveras interessante. Perdendo algumas horas a surfar por lá, (confesso que em tempos idos o fiz), descobrimos muito sobre o nível de iliteracia, egocentrismo e outras virtudes, que caracterizam a nossa juventude/jovens adultos.
Boas gargalhadas dei eu a ler comentários deixados por predadores cheios de estilo, em fotos de gajas que pediam isso mesmo. Um exemplo desta interacção, (imaginado...):
Uma foto de uma fulanita, quase toda nua no quarto a fazer pose sensual (ou posse, como li amiúde), com a legenda "Estava distraída" ou "a dormir". Como se não fosse estupidamente óbvio que de espontânea a foto não tinha nada. Ah, foto essa que estaria num álbum de nome: "Simplesmente eu" (o meu favorito absoluto).
Por baixo da foto, comentários (totalmente fictícios...errr) do género:
"Deus quando te fez partiu o molde"
"Xé és bem doxe"
"Que mamas, cumiate ese cú todu"
A parte mais engraçada? Elas aceitam tudo.
Bom, por ora é só. Eu prefiro o Facebook, é mais clean. No hi5 parece que posso apanhar doenças tramadas só por fazer login.
"Pedras no caminho? Um dia vou construir um castelo." Yeah, right.
"O que amo deixo livre, se voltar é meu, se não, é porque nunca foi." Laaaaaame.
"O verdadeiro amigo não é o que coiso, mas o que renhau nhau"
E pronto, não me lembro de mais. Mas que as há, há.
Haverá alguma forma mais evidente de passar um auto-atestado de pessoa pouco interessante?
A rede social hi5 é provavelmente o formato mais rasteirinho, e sleezy da internet. Basta reparar na nacionalidade de 90% dos utilizadores. É no entanto, uma fenómeno sociológico deveras interessante. Perdendo algumas horas a surfar por lá, (confesso que em tempos idos o fiz), descobrimos muito sobre o nível de iliteracia, egocentrismo e outras virtudes, que caracterizam a nossa juventude/jovens adultos.
Boas gargalhadas dei eu a ler comentários deixados por predadores cheios de estilo, em fotos de gajas que pediam isso mesmo. Um exemplo desta interacção, (imaginado...):
Uma foto de uma fulanita, quase toda nua no quarto a fazer pose sensual (ou posse, como li amiúde), com a legenda "Estava distraída" ou "a dormir". Como se não fosse estupidamente óbvio que de espontânea a foto não tinha nada. Ah, foto essa que estaria num álbum de nome: "Simplesmente eu" (o meu favorito absoluto).
Por baixo da foto, comentários (totalmente fictícios...errr) do género:
"Deus quando te fez partiu o molde"
"Xé és bem doxe"
"Que mamas, cumiate ese cú todu"
A parte mais engraçada? Elas aceitam tudo.
Bom, por ora é só. Eu prefiro o Facebook, é mais clean. No hi5 parece que posso apanhar doenças tramadas só por fazer login.
29 julho, 2009
"Segurança" Social
Cada vez gosto mais do meu país. Desloquei-me hoje à Loja do Cidadão, o que por si só já é uma experiência sempre muito agradável, para tratar de pendentes na Segurança Social. Fiquei entretanto a saber que não vou ter direito a subsídio de desemprego, por me encontrar a recibos verdes. Pois bem, isto é realmente fantástico. Após mais de três anos nesta situação, sou justamente castigado. É bem feita! Quem me manda não ser efectivo? Armei-me em esperto... optei por não ter subsídio de férias, de Natal, seguro médico, tudo isto cumprindo horários, marcando férias e folgas, tendo nas patinhas a responsabilidade diária de "pôr o jornal na rua"... e etc. É justíssimo, no fundo estive em vantagem sobre todos os meus colegas, e de facto não mereço ser abençoado com o tal subsídio. Genial, não é?
21 julho, 2009

Ontem de madrugada, em conversa com o grande HC, enquanto fazíamos uma trip down memory lane, que incluía cadernetas do Roque Santeiro, He-man's, Transformers, GI Joe's e afins, chegámos à conclusão que quando fazemos 6 anos e passamos a poder legalmente ir ao cinema, sentimos uma sensação semelhante a poder tirar a carta. Lembro-me perfeitamente do regozijo que senti quando atingi a maioridade cinematográfica. Lá ia eu, todo homenzinho... errr... de mão dada com a mãezinha, ver o "Taran e o Caldeirão Mágico da Disney"! A segunda ida ao cinema haveria de ser para ver os inolvidáveis "Goonies", essa obra-prima!
Baaabe Ruuuth!
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